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Obesidade atinge 20% da população brasileira, segundo pesquisa do Ministério da Saúde


Dia Mundial de Combate à Obesidade é comemorado em 11 de outubro e visa conscientizar a população sobre a importância da prevenção da doença


Por Marcius Vinícius, chefe do Serviço de Endoscopia Bariátrica do Instituto Endogastro



Dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada pelo Ministério da Saúde em julho deste ano afirmam que aproximadamente 55% da população brasileira está com excesso de peso e 20% sofre com obesidade.
Por si só, a obesidade é uma condição que carrega um risco maior de diminuição da expectativa de vida. Ela pode estar relacionada às chamadas comorbidades, doenças que são predispostas ou agravadas pela obesidade, tais como hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, artroses, AVCs (derrames), dentre outras. Esta situação compromete a saúde e qualidade de vida e, ainda, pode desencadear sentimento de tristeza, desânimo e desespero.
É possível emagrecer de maneira saudável sem se submeter a uma cirurgia. Existem métodos que auxiliam a recuperação do peso ideal. Para isso, a combinação de alguns fatores é fundamental. Ter uma alimentação saudável é primordial para qualquer pessoa que queira eliminar peso e ganhar qualidade de vida. A prática de atividade física também faz parte do tratamento e prevenção da obesidade.
Existem, ainda, procedimentos que auxiliam no processo de perda de peso como a colocação do balão intragástrico. O sistema de emagrecimento do balão intragástrico não é um procedimento cirúrgico, mas sim ambulatorial endoscópico, com sedação não sendo necessária a internação. A colocação do balão não envolve cortes e todo o processo pode durar pouco tempo e o paciente é liberado após algumas horas de observação. Cheio, o balão ocupa parte do estômago do paciente.
Mas, seja qual for a necessidade, ter o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar é essencial para que ocorra uma mudança efetiva de hábitos, para assim alcançar e manter o peso ideal.

Diferenças entre Bypass e Sleeve

POR QUE OPTAR POR SLEEVE?

A cirurgia de Sleeve, também conhecida por gastrectomia vertical ou em manga, é um tipo de cirurgia bariátrica realizada por videolaparoscopia e consiste na retirada de parte do estômago, a fim de fazer com que haja esvaziamento precoce do estômago e liberação de hormônios, o que leva à saciedade precoce e consequente perda de peso. 

É denominada vertical ou em manga porque retira através de grampeamento boa parte do estômago verticalmente, deixando um tubo gástrico, como uma manga de camisa. É um procedimento irreversível e pode levar a perda de aproximadamente 30% do peso inicial. Nesta técnica ocorre menor desnutrição, pois não mexe no intestino. 

Indicações:

– Pacientes com IMC acima de 35 kg/m² e que possuam comorbidades como diabetes, hipertensão e demais doenças ligadas à obesidade;
– Pacientes com IMC acima de 40 kg/m² independente de comorbidades;
– Pacientes com IMC acima de 30 kg/m² com diabetes de difícil controle;
– Aqueles que possuem indicação para cirurgia bariátrica, mas que não querem ter muitas restrições alimentares e que não querem operar o intestino.  

Vantagens:

– Cirurgia rápida e com menor índice de complicação;
– Cirurgia bariátrica mais feita no mundo;
– Pode se transformar em outras cirurgias bariátricas como, por exemplo, Bypass Gástrico, caso seja necessário;
– Rápida recuperação;
– O intestino não sofre alterações, ocorrendo a absorção normal de nutrientes fundamentais para o bom funcionamento do organismo. Portanto, não necessita de grande reposição de vitaminas.

Diferenças entre Bypass e Sleeved

BY PASS É PARA VOCÊ?

O Bypass Gástrico também é denominado Bypass em Y de Roux ou Cirurgia de Fobi-Capella, sendo um tipo de cirurgia bariátrica de maior complexidade que consiste na redução do estômago e no desvio do intestino, levando a pessoa a comer menos e a ter respostas hormonais, o que acarreta a perda de peso.​

Esta cirurgia é feita por videolaparoscopia, sendo feitas seis pequenas incisões no abdômen que permitem a passagem de uma microcâmara e instrumentos.  É formada uma ponte (bypass) entre o estômago e o intestino, reduzindo a absorção do alimento.​

O bypass gástrico provoca uma perda de aproximadamente 40% do peso inicial. Além disso, o peso é mantido, com maior eficiência, a longo prazo.

Como há interferência no intestino, é preciso fazer reposição de vitaminas e mineiras, principalmente complexo B, vitamina D, e ferro.

Indicações:

– Pacientes com IMC acima de 35 kg/m² e que possuam comorbidades como diabetes, hipertensão e demais doenças ligadas à obesidade;
– Pacientes com IMC acima de 40 kg/m² independente de comorbidades;
– Pacientes com IMC acima de 30 kg/m² com diabetes de difícil controle;
– Pacientes com doença do refluxo gastroesofágico;
– Pacientes com diabetes de longa duração e difícil controle;
– Pacientes com superobesidade, IMC acima de 50 kg/m².

Vantagens:

– Melhores resultados na perda de peso;
– Menor chance de recidiva;
– Rápida recuperação.


Qual escolher?

tabela

LITIASE BILIAR OU PEDRA (CÁLCULO ) DA VESÍCULA – TECNICAMENTE A COLELITIASE

Como a pedra (cálculo) é formada na vesícula?

Pedra ou cálculo da vesícula é uma doença bastante comum. Cerca de 10% das pessoas tem pedra (cálculo) na vesícula. Mais de 10 milhões de brasileiros têm esse problema.

A bile é produzida no fígado e é eliminada no intestino. A bile ajuda na digestão de alimentos gordurosos. Ela contém várias substâncias, entre as quais colesterol e pigmentos. Quando algumas dessas substâncias aumentam em quantidade na bile, elas podem se depositar na vesícula e também na chamada vesícula preguiçosa. Com o passar dos meses e anos, estes depósitos se unem e formam pedras (cálculos).Pense em um copo com água e sal, quando está misturado o sal fica misturado com a água, quando para a água, o sal deposita no fundo do copo.

O número, tamanho, forma e cor das pedras da vesícula são bastante variáveis. Algumas pessoas só têm uma pedra, enquanto outras têm mais de 1.000. Da mesma forma, as pedras podem variar de tamanho de 1 mm (grão de areia) até 10 ou 15 cm.

Fotografia mostrando pedras (cálculos) da vesícula biliar de vários tamanhos, forma e cor 

tratamento vesicula

QUAIS SÃO AS PESSOAS COM MAIOR CHANCE DE TER PEDRA NA VESICULA?

Qualquer pessoa pode ter pedras na vesícula, mas algumas têm maior possibilidade, como:

- Idade ,Apesar desta doença poder acometer até crianças, ela aumenta com a idade e é mais comum nos adultos e idosos. 
- Mulher. As pedras da vesícula são mais comuns nas mulheres do que nos homens, principalmente nas que já ficaram grávidas. 
- Obesidade. Quanto mais gordo, maior a possibilidade de ter pedra na vesícula. Entretanto, os magros também podem ter cálculos. 
- Hereditariedade. As pessoas que têm familiares com cálculos possuem mais chance de ter esta doença o que os que não têm. 

Sintomas e complicações causados pela pedra na vesícula

A pedra na vesícula pode ocasionar sintomas intensos e graves, sendo os mais comuns:

- Dor intensa no abdômen (barriga)- no lado direito ou na boca do estômago. Esta dor geralmente dura de 30 minutos a 2 horas, mas quando for mais prolongada pode indicar que está ocorrendo uma complicação. Neste caso, procure o seu médico com urgência 

-Náuseas (enjôo) e vômitos 
-Inflamação ou infecção da vesícula 
-Icterícia (amarelão) 
-Pancreatite aguda 
-A maioria dos pacientes que tem pedra na vesícula nunca teve sintomas. Não existem dados médicos que permitam determinar quais pacientes terão sintomas. Entretanto, quando o paciente apresenta um dos sintomas acima citados, a possibilidade de repetir o mesmo sintoma ou apresentar uma complicação é muito grande. Assim, nesta situação é importante procurar o seu médico com urgência.

tratamento vesicula 02

A possibilidade de uma pessoa apresentar sintomas ou complicações independe do número ou tamanho das pedras. Às vezes, apenas uma pedra pequena pode ocasionar complicações muito graves, como pancreatite aguda.

Diagnóstico

O melhor método para diagnosticar pedra na vesícula é a ultra-sonografia ou ecografia do abdômen. Mas, pode ser visualizado através de outros exames , com ressonância e tomografia.

Tratamento

A única forma de tratamento da pedra ou cálculo da vesícula é a retirada da vesícula biliar (colecistectomia). Outros tratamentos, como litotripsia ("quebrar a pedra" com aparelhos especiais) e medicamentos para dissolver a pedra, não dão bons resultados e não devem ser usados, pois só atrasam o tratamento correto.

Atualmente o tratamento da pedra da vesícula é simples, desde que o paciente não apresente complicações. A retirada da vesícula pode ser facilmente realizada por via laparoscópica na maioria dos pacientes ("operação dos furinhos"). Inicialmente, é injetado gás (gás carbónico) dentro do abdómen (barriga) para criar um espaço, onde o cirurgião poderá fazer a operação com segurança. Após a realização de 4 furinhos de meio a um centímetro aproximadamente, uma câmera de televisão pequena é colocada dentro do abdómen através de um dos furinhos para que o cirurgião e a sua equipe possam visualizar todo abdómen em uma televisão. Os instrumentos (pinças, tesouras, material de sutura, etc) são colocados através dos outros furinhos para ajudar a retirar a vesícula.

tratamento vesicula 03

A operação é realizada por via laparoscópica ou também conhecida como "operação de laser", sem a necessidade de fazer um corte grande no abdômem (barriga) 

Desenho mostrando a operação de retirada da vesícula biliar

Todos pacientes que têm pedra na vesícula precisam operar?

A indicação da Cirurgia é para todos os pacientes que tem pedras ou pólipos na vesicula .A chance de ter uma complicação ao longo da vida , é muito grande. Os que já apresentaram sintomas devem ser operados mais rapidamente, porque a possibilidade de apresentarem outros sintomas ou complicações é muito elevada.

Após a retirada da vesícula, vou ter alguma restrição na minha alimentação?

Após a retirada é necessário fazer uma dieta com pouca gordura e sem frituras, por aproximadamente 30 dias.Período para adaptar sem a vesícula .Após  a adaptação, pode-se ingerir estes alimentos,Raros casos, que evoluem com diarreia e desconforto abdominal, após a ingestão de alimentos gordurosos .A vesícula não produz bile, apenas ajuda no seu armazenamento. A produção da bile pelo fígado continua normal após a retirada da vesícula.

Vantagens do Tratamento Cirúrgico

São várias as vantagens da operação:

-Recuperação rápida do paciente. A maioria dos pacientes fica internada no hospital somente 1 dia e pode retornar ao trabalho e realizar todas atividades, inclusive esportivas, em 1 ou 2 semanas. 
-Resolução completa e definitiva da doença. 
-Pouca dor pós-operatória. 
-Cicatriz cirúrgica mínima, porque são realizados somente 4 furinhos. 
-Risco de infecção pequeno. 
-Apesar dos resultados do tratamento cirúrgico serem excelentes, alguns pacientes podem ter complicações, como em qualquer procedimento cirúrgico. As complicações mais comuns são lesão de vísceras, infecção, sangramento e risco anestésico. Caso não seja possível realizar a operação pela técnica videolaparoscópica ("laser"), pode ser necessário fazer uma incisão (corte) maior no seu abdômen para terminar a operação. Os riscos da operação são mais comuns nos pacientes que apresentam doença grave ou complicações, como inflamação da vesícula, icterícia, pancreatite aguda, no momento da operação. Nestas situações, a operação é geralmente mais difícil de ser realizada e deve ser realizada de emergência.

Orientações Pós-Operatórias anexo

Consentimento informado anexo

Hérnia é a protusão (saída) de parte do conteúdo intra-abdominal (tecido adiposo, alças de intestino grosso ou intestino delgado) através de um orifício (fraqueza) na parede abdominal, formada por músculos e tecido aponeurótico

TIPOS

– Inguinal: mais comum (na virilha);
– Femoral: logo abaixo da virilha;
– Umbilical: na cicatriz umbilical
– Epigástrica: acima do umbigo;
– Incisional: nas cicatrizes de cirurgias anteriores.

SINTOMAS

– Protusão ou abaulamento na região inguinal (virilha) ou no abdome, que se torna mais evidente quando a pessoa tosse, ergue peso ou faz força.
– dor fraca ou até forte quando fazem esforço físico excessivo.

DIAGNÓSTICO

– Exame clínico: o exame da região inguinal pelo médico é suficiente para estabelecer o diagnóstico de hérnia em praticamente todos os pacientes.É sempre importante examinar a região inguinal em ambos os lados, pois não é rara a ocorrência de hérnias bilaterais (10%), mesmo sem sintomatologia.
– Ecografia: pode ser utilizada em casos duvidosos ou para descartar outras doenças.

COMPLICAÇÕES

– Encarceramento: ocorre quando o intestino fica retido no interior do saco herniário, não podendo mais retornar para a cavidade abdominal.
– Estrangulamento: ocorre quando uma hérnia encarcerada sofre diminuição da circulação sanguínea por estrangulamento, o que pode acarretar a necrose do segmento de alça intestinal que estiver retido na hérnia. Esta complicação pode ocorrer tanto em pessoas com hérnias pequenas até aqueles que apresentam hérnias volumosas por longos períodos. O estrangulamento provoca cólicas, distensão abdominal e o aumento da dor com a progressão do quadro.

TRATAMENTO

A única forma de tratamento de uma hérnia é cirúrgica. Todas pessoas com hérnia inguinal, independente da idade, devem ser operados, com exceção dos que têm outras doenças graves e que apresentam risco cirúrgico elevado.
A cirurgia pode ser realizada aberta ou por videolaparoscopia (cirurgia dos furinhos). Em ambas as técnicaspode ser utilizada tela para correção. A videolaparoscopia é considerada a técnica padrão ouro para tratamento das hérnias inguinais.

Imagem da Videolaparoscopia

VANTAGENS DA VIDEOLAPAROSCOPIA

– pouca dor pós-operatória;
– incisões mínimas;
– risco de infecção desprezível;
– retorno precoce as atividades.

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Dr. Marcius Vinicius - Responsável Técnico - CRM-DF 13.625